domingo, 1 de maio de 2011

Não Faz Sentido! - #PrecoJusto



http://www.precojustoja.com.br/

Não custa tentar. É impressionante ver como o contador de participantes sobe rapidamente.

Há algum tempo atrás li algo sobre um projeto de lei por essas terras que visava diminuir os impostos sobre produtos eletrônicos, em especial videogames. Na mesma matéria dizia que o México conseguiu combater a pirataria de games através disso: redução de impostos sobre os produtos.

Realmente, não faz o menor sentido: manter os preços tão altos e distantes do valor original para vender menos e ainda alimentar a pirataria e a criminalidade?
Lembro-me que quando ganhei um PS2 de um amigo japonês, para diminuir a embalagem ele retirou a caixa e fez o favor de se esquecer de mandar os cabos (hehehe), então, precisei comprá-los separadamente. Na loja, percebi que os vendedores suspeitavam que eu havia adquirido um produto roubado. Legal né?

Então, vamos colaborar e ver se alguma coisa muda nesse sentido.

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domingo, 24 de abril de 2011

A Saga de Biorn

Um viking à procura de seu destino.

Vi no: Halls of Valhalla RPG, que viu no: Dragões do Sol Negro.

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terça-feira, 13 de julho de 2010

A Saga de Ender – Uma verdadeira Saga

No vídeo em que Pablo Villaça critica A Saga Crepúsculo, ele compreende que a autora imbute moralismo e machismo em sua obra e que, talvez, isso seja explicado pelo fato dela ser mórmom. Isso me faz lembrar que um de meus autores mais queridos também é mórmom, porém não percebo essa poluição religiosa em seus livros.

Orson Scott Card é autor de uma das séries mais fantásticas de ficção científica que conheço: A Saga de Ender.

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Sem spoilers, explico apenas que o primeiro livro, O Jogo do Exterminador (Ender’s Game), narra a história de uma criança que foi convocada para servir numa espécie de forças armadas espacial num futuro distante. Nesse cenário a Terra sofreu um ataque alienígena muitos anos atrás e, para se proteger de um novo ataque todo o planeta está se preparando para um possível retorno das malignas criaturas. Para não ser um alvo fácil e desprevinido mais uma vez, crianças superdotadas passaram a ser treinadas desde de muito cedo para que possam ser soldados combatentes melhores e mais bem preparados.

O contato com alienígenas (e uma guerra sem precedentes) proporcionou e exigiu um avanço tecnológico brusco e assombroso, de forma que a moral e a ética desse novo mundo não acompanhou perfeitamente.

Muito mais que uma ficção científica, o livro se dedica a expor os conflitos interpessoais, emocionais e intelectuais, morais e éticos do protagonista. As informações tecnológicas e “científicas” servem apenas como pano de fundo para uma maravilhosa história.

A história continua em: O Orador dos Mortos (Speaker for the Dead). Igualmente incrível, nesse livro a história se passa muitos anos após o Jogo do Exterminador e somos colocados na posição oposta: os seres humanos se alastraram pelo universo e desta vez somos nós que encontramos uma civilização alienígena inteligente e primitiva.

Há também o terceiro volume da série traduzido para a Língua Portuguesa: Xenocídio. Esse último ainda não o li, mas isso será remediado muito em breve.

Os dois primeiros livros ganharam os prêmios de Ficção Científica Hugo e Nébula em anos consecutivos (1986 e 1987). Feito nunca realizado antes por um autor.

Orson Scott Card viveu no Brasil nos anos 70 quando foi missionário de sua igreja. Apaixonado pela cultura brasileira, em seu livro O Orador dos Mortos homenagea nosso país ao escrever sobre uma colônia brasileira nesse futuro distante.

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sábado, 10 de julho de 2010

Sobre Crepúsculo e seus Fãs

Desde o princípio da onda Crepúsculo não me interessei pelos filmes e muito menos pelos livros. Continuo sem intenções de ver ou ler. Porém diverto-me com as discussões travadas entre os amantes da série e aqueles que adoram falar mal. Eu me encaixo entre aqueles que adoram falar mal, mas não farei isso aqui. Pelo menos não diretamente.

A melhor crítica que vi sobre o assunto veio de Pablo Villaça, principalmente quando define o vampiro charmoso da saga: “ele brilha, voa, e mora na floresta: isso não é um vampiro, ele é uma fada”! Simplesmente hilário. Veja o vídeo:

Não preciso dizer aqui o que penso sobre essa interpretação de vampiro, basta ler um antigo post meu: Sanguessuga Mitológico.

O que eu diria para os fãs fanáticos de Crepúsculo é que eles podem gostar dos livros e dos filmes sem problema algum, mas também lhe é exigido algum sendo crítico. As pessoas podem gostar de algo que julgam não ser a melhor coisa produzida neste mundo.

Mesmo os fãs mais hipnotizados por Star Wars reconhecem a desgraça que veio a ser a nova trilogia, ainda que se divirtam assistindo-a.

Quantas vezes não fui ao cinema assistir um bom filme na tela, mas por alguma razão não gostei. Ou o contrário: gostei, mas reconheço ser um filme ruim.

O que nos faz gostar ou não de algo é subjetivo e essencialmente emocional, não faz parte da razão e do intelecto. E é interessante sabermos separar as coisas para que possamos identificar nossas paixões. Isso faz parte de um processo de autoconhecimento, importante para o crescimento (intelectual e emocional) de qualquer pessoa.

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Talvez Crepúsculo tenha uma linguagem fácil e acessível compatível com a exigência moderna de velocidade na informação (fast-food), e com conflitos básicos e superficiais, porém vividos com intensidade por milhares de adolescentes, consegue atrair fãs apaixonados e desmedidos. Um adulto talvez goste justamente por identificar essa intensidade juvenil das paixões que um dia teve ou desejou ter. Fantasias Infantis. Considerando o que leio por ai, Crepúsculo não me parece muito diferente da fantasia do príncipe num cavalo branco.

Os livros de Harry Potter passou pelo mesmo e hoje me parece estar consolidado como uma boa diversão. A diferença com relação aos filmes é que esses são indiscutivelmente bem produzidos e com participação de atores ingleses consagrados.

Será que Crepúsculo alcançará um tempo assim? Um mínimo de qualidade é necessário para perdurar, alguns anos que sejam!

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sexta-feira, 9 de julho de 2010

Séries que ainda valem a pena…

Lost acabou e ninguém encontrou a luz que procurava. Tenha você gostado ou não do final de Lost, uma coisa é certa, todos ficaram órfãos de seu novelinha semanal.

Pois bem, o que ver agora? Eis meu questionamento.

Não me parece haver nada parecido com Lost, dentro de uma temática de mistério, com enigmas e conflitos interpessoais, além de um toque sobrenatural e tecnológico. Engano meu, existe sim e talvez essa série seja “Fringe”, que teve uma ótima segunda temporada (o começo da temporada foi meio morno, mas depois…) : destaque para o episódio 18 - “White Tulip”poster_fringe-c4 que só por este, a série como um todo merece as melhores críticas.

FlashForward tinha uma boa premissa, porém me decepcionou profundamente com um enredo perdido e um episódio de vergonha alheia seguido de outro, mas, felizmente, já cancelaram qualquer fantasia de continuação.

O meio do ano não é o melhor momento da TV, de forma que só nos resta esperar até o segundo semestre quando recomeçam as novas temporadas e, podemos esperar por:

Fringe – 3ª Temporada (Setembro - 2010) – como já dito, teve uma excelente segunda temporada. 

Dexter – 5ª Temporada (Setembro – 2010) – demorei para descobrir essa série, mas quando a encontrei, assisti todas as temporadas de uma só vez. A 4ª Temporada teve a participação premiada de John Lithgow. Excelente! Para quem gosta de serial-killers simpáticos.

Weeds – 6ª Temporada (Agosto – 2010) – um pouco mais leve que as outras série citadas, mas não menos interssante e divertida. Acompanhamos uma bela dona de casa que resolve vender maconha para manter seu padrão de vida; bom, isso foi o começo. Depois de 5 temporadas muita coisa aconteceu e o contexto da próxima temporada deverá bem diferente.

Não faz parte das séries que retornam no segundo semestre, mas merece menção:

breaking-badBreaking Bad – a 3ª Temporada acabou de acabar! Porém a 1ª temporada voltou a passar na TV paga agora a pouco. Com certeza uma das melhores séries em exibição. Merece toda a atenção. Cada episódio muito bem dirigido, muito bem escrito, com uma bela fotografia e uma atuação invejável dos fantásticos atores dessa série.

Essas são algumas das séries que me chamam a atenção e espero por vê-las. Depois que elas acabarem, continuarei a procurar novas séries para acompanhar…

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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

LOST – Última Temporada

Em 02/02/2010 recomeça Lost nos EUA e em 09/02/2010 no Brasil. 6ª Temporada. E você também se sente perdido em meio tanta confusão? Pois bem. O vídeo abaixo não irá tirar nenhuma dúvida ou esclarecer qualquer ponto obscuro da história, mas faz uma boa recapitulação das últimas 5 temporadas.

Divertido.

Vi no Território Nerd.

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Zeitgeist – Espírito do Tempo

Visitando o blog “Humor Ateu” pude conferir os vídeos abaixo que muito me impressionaram. Muitas das informações ali contindas eu já havia lido ou tido algum contato anterior, mas o vídeo as compila muito bem para nossa compreensão e organização de idéias.

Zeit, do alemão, significa Tempo e Geist: Espírito, Fantasma ou Mente. Zeitgeist também pode ser traduzido como “Sinal dos Tempos”.

Apesar de seu teor iconoclasta me parece muito positivo quando trás uma mensagem de comunhão com a natureza, esclarecendo como diversas culturas progrediram a partir de um belo e profundo conhecimento sobre a natureza e o cosmo. Conhecimento esse que se extinguiu cada vez mais com o avanço de certas religiões.

Para mim, é de extrema beleza a harmonia encontrada na natureza e o desbravamento humano que visa sua compreensão e esclarecimento, talvez essa seja como uma experiência quase religiosa sem a necessidade de figuras míticas e fábulas miraculosas. Confira:

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terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Minutos de Sabedoria

Como pessoas aparentemente saudáveis e inteligentes podem acreditar em coisas tão delirantes como serpentes falantes, gestantes virgens e etc?

“Religulous” (Larry Charles, 2008) é um sátiro e inteligente documentário que vem colaborar com nossas dúvidas e não com as certezas dos outros.

Bill Maher, roterista e comunicador desse documentário, é um apresentador de TV e comediante americano que tem um importante papel social: desmoralizar os fanáticos religiosos do planeta e devolver a racionalidade e o bom senso para a sociedade.

Não é tão recente, mas vamos colaborar para sua divulgação (pois isso não ocorreu por aqui).

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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Miolos na Terra dos Zumbis

Há alguns dias atrás assisti ao filme “Zombieland” (Zombieland, 2009), de Ruben Fleisher. Desde então fiquei pensando em escrever algo sobre zumbis.

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De modo geral essas criaturas são fétidas, putrefatas e famintas por carne humana. Não há mais distinção entre as pessoas; todos são perigosos em potencial. O elemento epidêmico é uma consequência de sua fome insaciável e contagiosa. Depois que o primeiro foco de epidemia surgir, não há mais o que fazer. Só poderemos tentar sobreviver em meio a morte-viva. E os zumbis continuarão a dominar o mundo sucessivamente.

Façamos rapidamente uma retrospectiva dos últimos filmes de zumbis desta década:

exterminio Acredito que tenha sido com “Extermíno” (28 Days After, 2002), de Danny Boyle, que os zumbis sofreram um upgrade e foram reinventados. No passado qualquer mortal poderia driblar um pobre zumbi faminto pela tangente numa corrida, mas desde então eles passaram a correr (e muito), dificultando as possibilidades de sobrevivência. O filme começa muito bem com uma Londres ensolarada e sem vida; mas nas sombras e ao cair da escuridão mostra-se tomada pelos mortos. O final é menos empolgante, mas o filme vale a pena.

Logo depois, em 2004 temos a refilmagem de “A Madrugada dos Mortos” (Dawn of the Dead, 2004), de Zack Snyder e George Romero, que já faz um excelente uso desse recurso velocista dos mortos-vivos. Um Shopping usado como forte pelos humanos não é a melhor escolha de sobrevivência, segundo o clássico clichê comentado logo abaixo.

OBS: George Romero quando não dirige, produz filmes sobre zumbis. Há pelo menos 5 ou 6 filmes de Mortos-Vivos só dele.

Em “Terra dos Mortos” (Land of Dead, 2005), também de George Romero, somos apresentados ao desenvolvimento gradual da inteligência dos zumbis, além de uma concepção levemente interessante de uma sociedade humana estruturada a partir de um novo conceito: os zumbis domiram a Terra. Pena que o filme não leva a lugar nenhum.

Seguindo essa cronologia, em 2007 estreiou a decepcionante sequência de Extermínio: “Extermínio II” (28 weeks After, 2007), de Juan Carlos Fresnadillo, e em 2008 os zumbis dominaram a TV com a curiosa série “Dead Set” (Dead Set, 2008).

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“Dead Set” ironiza quando vemos que os únicos sobreviventes são os personagens de um Reality Show no melhor estilo Big Brother. Mortos-Vivos assistindo TV, na TV.

A maior dificuldade nesses filmes é conviver com as diferenças. Os grupos sempre heterogêneos despertam o que há de pior na humanidade e fadam a morte. O desespero de alguns poderia ser superado com o auto-controle de outros, mas o egoísmo e a ganância sobrevalece.

Apesar das explicações sobre suas origens nos filmes: possessão demoníaca, vírus, loucura, gás venenoso, determinação divina, não importa: zumbis são divertidos.

E agora, eis que surge “Zombieland” retomando o elemento cômico dessa morte irônica e insistente. Como na maioria das histórias sobre o tema, os zumbis dominaram o mundo conhecido e civilizado e os personagens precisam sobreviver a essas criaturas decerebradas que seguem um instinto primitivo e insaciável. Recomendo!

Uma cena que não pode faltar num filme sobre zumbis é um grupo de sobreviventes invadindo um supermercado e fazendo a festa até serem atacados. O clichê apela, mas talvez quando eles se preocuparem com o zombieland-palhaco2necessário e o edificante, apenas talvez, eles tenham maiores chances de viver.

Ainda bem que continuamos a ser excentricamente únicos, criativos e civilizados com a belissíma capacidade de aprender!

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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

RPG, onde está você?

rpg “Você sabe o que é RPG? E não, não estou falando da Reeducação de Postura Global”. Hoje em dia, acredito eu, essa clássica pergunta está perdendo o sentido por 2 razões:

Primeiro porque mais pessoas sabem o que é, vagamente, um RPG, basicamente por conta dos jogos eletrônicos (porém alguns nem sabem o que é um livro de RPG). Segundo porque há cada vez menos pessoas interessadas no assunto.

Não tenho me interado sobre o assunto faz algum tempo, então não posso fazer uma avaliação muito precisa. Mesmo assim, percebo que nem as Igrejas que veem o demônio em tudo que lhe é desconhecido estão se prestando ao trabalho de difamar o jogo. Que chato.

Todas aquelas discussões do passado que visavam popularizar o RPG no Brasil foram em vão. Os livros continuam cada vez mais bonitos e mais caros e os títulos não mudaram muito daquela época: D&D versão X.Y.Z; GURPS qualquer coisa a gente faz; Storyteller nas trevas; e aquelas mesmas coisas nacionais (Tormenta, Daemon).

rpg1Revistas sobre o assunto? Parece ser impraticável num meio cheio de egos e meninices. Uma revista sobre RPG que tivemos foi interessante em alguns momentos e edições. Mas perdeu–se muito tempo adaptando qualquer coisa para qualquer sistema (destaque para desagradável moda otaku). Informações sobre o RPG no mundo continuam sendo parcas e porcas. E resenhas de livros? É lenda.CHA23106a

Onde está o “Call of Cthulhu” em português mesmo? Nem mesmo títulos clássicos de sucesso foram traduzidos.

E aquela história sobre RPG e educação? Vi alguns livros criados exclusivamente para esse propósito, mas eram livros de baixa qualidade e desinteressantes com histórias prontas sem muita criatividade. Era algo como “o politicamente correto aplicado ao RPG”.

Jogar RPG é como uma Arte. Você deve aprender algumas técnicas para que depois você possa transcender, libertar sua criatividade e melhor expressá-la. Mas deve-se valorizar a criatividade desde o início.

Há muitos conceitos interessantes no jogo que deveriam ser melhor explorados, mas me parece ser um mercado cada vez mais fechado e desinteressado em estimular todo o potencial dessa jovem arte. Uma pena!

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quinta-feira, 5 de novembro de 2009

V: revelações antecipadas

No último dia 3 de novembro estreiou nos States a nova série: “V”. Refilmagem de um clássico dos anos 80 (chocante) “V” conta a história de uma série de enormes naves espaciais (acho que 29 no total) que chegam ao nosso planetinha azul e se põe a sobrevoar grandes cidades do mundo (Nova York, Rio de Janeiro, Moscou, Londres, Paris, etc). Sim, eles mesmos se satirizam comparando a cena com “Independence Day”, que plagiou o antigo “V” e que, por sua vez, deve ter plagiado outro clássico da Sci-Fi que desconheço. E, logo vemos uma bela moça alienígena que se apresenta como Anna e explica as intenções de seu povo na Terra.

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SPOILERS – SPOILERS – SPOILERS

v Tudo bem que não seja uma história original (poucas são) mas não é preciso entregar todos os detalhes logo no primeiro episódio. Digo isso em comparação à primeira versão, pois segundo minha memória infantil distorcida o suspense era maior no princípio. Mas posso estar errado!

De qualquer maneira, neste primeiro episódio já somos informados que os alienígenas são grandes lagartões malvados manipuladores que vieram nos fazer mal. Já nos revelaram até mesmos elementos novos na história que poderiam gerar bons momentos de suspense, como por exemplo a presença dos alienígenas há vários anos na Terra.

Eu reclamo quando uma série insiste em sustentar um suspense de forma insustentável (vide: 3ª temporada de Lost), mas a ausência de suspense também não me agrada muito. A expectativa é importante para manter o interesse.

A propósito, temos na série Elizabeth Mitchell, a Juliet de Lost, como uma agente do FBI e mãe solteira/divorciada/desquitada.

A série parece ser bem produzida e com um elenco legal. E, apesar do primeiro episódio apressado e equivocado, sei que verei o segundo episódio.

jb-v2-60(Reflexão momentânea: o FBI deve ter um processo seletivo bem fácil! Todo mundo nos States, segundo o cinema e a TV, tem parentesco, amizade, namoro ou vizinhança com alguém do FBI).

Quando criança eu achava muito legal as armas laser e os uniformes dos aliens de V. Hoje já não tenho mais certeza se era tão legal assim, para a época talvez, mas para a série atual com certeza roupinhas bonitas e efeitos legais não vão bastar para manter meu interesse!

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quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Sanguessuga Mitológico

Os Vampiros estão sempre na moda. Sejam monstros, criaturas sedutoras ou amaldiçoadas, eles continuam sendo tema de muitas publicações.

nosferatu3Eles nunca abandonaram uma geração sequer, estão sempre se renovando e se atualizando. Esses seres já fazem parte de nosso imaginário, de forma que, é inconcebível imaginar alguém que não conheça uma história de vampiro ou não saiba suas principais características.

Classicamente ouvimos dizer que os Vampiros são temerosos ao Sol; abominam os crucifixos e o contato com água benta queima; evitam o cheiro de alho; não entram numa residência sem serem convidados; dormem em caixões, e só podem morrer com uma estaca de madeira cravada em seu coração. Nessa época os Vampiros eram monstros demoníacos (porém elegantes) e assassinos que se não terminassem de matar a vítima durante a refeição a vítima tornaria-se um Vampiro também, como se fosse uma doença contagiosa. Em algumas variações, a vítima torna-se um vampiro apenas se o meliante dentuço que a mordeu assim desejasse. Esse é o mito conhecido que foi transmitido de geração para geração.

Mas sempre houveram as variações e o próprio mito só servia para ser derrubado e surpreender a todos.

Em Nosferatu (1922), a primeira adaptação não oficial de Drácula de Bram Stoker, visualmente o vampiro Orlok é bastante característico com seus 2 dentões frontais, a careca e um rosto estranho.

thehunger “Fome de Viver” (The Hunger, 1983) de Tony Scott, com David Bowie no elenco, o vampirismo é utilizado como metáfora para as relações humanas sem se prender nem um pouco ao mito. Moderno e exótico, nesse, nem dentes compridos eles mostram.

Em “A Hora do Espanto” (Fright Night, 1985) o vampiro é mais próximo daquele clássico, cheio de regras de comportamento. Lembro-me pouco do filme, mas me divertiu muito por vários anos.

“Garotos Perdidos” (Lost Boys, 1987), um clássico dos anos 80, o vampiro líder do bando adora comer alho e em seu covil os vampiros de seu ninho dormem de ponta cabeça.

Mas me parece que depois do livro “Entrevista com o Vampiro” de Anne Rice em 1976 que quase todos os vampiros tornaram-se belos, sedutores, sexy e maníaco-depressivos. Mas também ficaram carregados de humanidade, transformando completamente o mito clássico.

Dracula-gary-oldman-79334_339_425 O “Drácula” de Gary Oldman em 1992 é romantico sedutor e sofredor num filme que conta uma bela história de amor. Enquanto o “Drácula” de Bela Lugosi em 1931 privilegiava o suspense e a teatralidade do horror da época (outros tempos, é claro; mas mesmo assim).

No universo dos RPGs “Vampiro – A Máscara”, de Mark Hein Hagen, os vampiros são muito parecidos com os de Anne Rice (quase um plágio), mas agora eles são muito mais cristãos e possuem toda uma sociedade hierarquizada e organizada em clãs, facções e entidades (que em Anne Rice existe de forma muito mais sutil).

As crônicas Vampirescas de Anne Rice e os livros da série de RPGs “Vampiro – A Máscara” marcaram profundamente minha visão sobre o mito dos Vampiros, de forma que para que eu me encante novamente com o tema o autor deverá trabalhar muito bem o mito e os personagens.

“Vampiros de John Carpenter” (Vampires, 1998) fez isso. Contrariando a moda da época de vampiros bonitinhos e elegantes, John Carpenter retorna ao vampiro predador sem frescuras. “Um Drink no Inferno” (From Dusk Till Dawn, 1996), de Robert Rodrigues, também nos dá outra visão muito divertida do vampiro predador monstruoso.

trubloodwebsite1Já a atual moda de Vampiros não me agrada muito. “Crepúsculo” não me interessei em ver (muito menos ler). Porém “Tru Blood” achei que tinha um plot curioso e vi alguns episódios da primeira temporada. Ledo engano, a decepção foi certa!

Apesar das variações do vampirismo no cinema e na literatura, “Tru Blood” me surpreende:

  • PRATA? Isso não é para Lobisomens?
  • Sangue como alucinógeno? E o pior, apenas quando convém ao roteiro, pois em outros momentos serve como “Viagra” ou como “Poção de Cura Forte”.
  • Vampiros pedindo direitos civis? Simplesmente Hilário!

“Buffy – A Caça vampiros” era muito mais divertido.

E estão chegando muitos outros títulos sobre o tema. Aguarde.

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